45 – Seal
· Mover todas as coisas
· sustento
· prosperidade
· dinheiro
· proteção da natureza
· Salmo 93
63 - Anu
· Concentração
· Bondade
· humildade
· protege contra acidentes
· Salmo 2
Nm 25:10 - 30:1
Nm 25
10 Então, disse o ETERNO a Moisés:
11 Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois estava animado com o meu zelo entre eles; de sorte que, no meu zelo, não consumi os filhos de Israel.
12 Portanto, dize: Eis que lhe dou a minha aliança de paz.
13 E ele e a sua descendência depois dele terão a aliança do sacerdócio perpétuo; porquanto teve zelo pelo seu D-us e fez expiação pelos filhos de Israel.
14 O nome do israelita que foi morto (morto com a midianita) era Zinri, filho de Salu, príncipe da casa paterna dos simeonitas.
15 O nome da mulher midianita que foi morta era Cosbi, filha de Zur, cabeça do povo da casa paterna entre os midianitas.
16 Disse mais o ETERNO a Moisés:
17 Afligireis os midianitas e os ferireis,
18 porque eles vos afligiram a vós outros quando vos enganaram no caso de Peor e no caso de Cosbi, filha do príncipe dos midianitas, irmã deles, que foi morta no dia da praga no caso de Peor.
Nm 26
1 Passada a praga, falou o ETERNO a Moisés e a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, dizendo:
2 Levantai o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, da idade de vinte anos para cima, segundo as casas de seus pais, todo que, em Israel, for capaz de sair à guerra.
3 Moisés e Eleazar, o sacerdote, pois, nas campinas de Moabe, ao pé do Jordão, na altura de Jericó, falaram aos cabeças de Israel, dizendo:
4 Contai o povo da idade de vinte anos para cima, como o ETERNO ordenara a Moisés e aos filhos de Israel que saíram do Egito:
5 Rúben, o primogênito de Israel; os filhos de Rúben: de Enoque, a família dos enoquitas; de Palu, a família dos paluítas;
6 de Hezrom, a família dos hezronitas; de Carmi, a família dos carmitas.
7 São estas as famílias dos rubenitas; os que foram deles contados foram quarenta e três mil e setecentos e trinta.
8 O filho de Palu: Eliabe.
9 Os filhos de Eliabe: Nemuel, Datã e Abirão; estes, Datã e Abirão, são os que foram eleitos pela congregação, os quais moveram a contenda contra Moisés e contra Arão, no grupo de Corá, quando moveram a contenda contra o ETERNO;
10 quando a terra abriu a boca e os tragou com Corá, morrendo aquele grupo; quando o fogo consumiu duzentos e cinqüenta homens, e isso serviu de advertência.
11 Mas os filhos de Corá não morreram.
12 Os filhos de Simeão, segundo as suas famílias: de Nemuel, a família dos nemuelitas; de Jamim, a família dos jaminitas; de Jaquim, a família dos jaquinitas;
13 de Zera, a família dos zeraítas; de Saul, a família dos saulitas.
14 São estas as famílias dos simeonitas, num total de vinte e dois mil e duzentos.
15 Os filhos de Gade, segundo as suas famílias: de Zefom, a família dos zefonitas; de Hagi, a família dos hagitas; de Suni, a família dos sunitas;
16 de Ozni, a família dos oznitas; de Eri, a família dos eritas;
17 de Arodi, a família dos aroditas; de Areli, a família dos arelitas.
18 São estas as famílias dos filhos de Gade, segundo os que foram deles contados, num total de quarenta mil e quinhentos.
19 Os filhos de Judá: Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.
20 Assim, os filhos de Judá foram, segundo as suas famílias: de Selá, a família dos selaítas; de Perez, a família dos perezitas; de Zera, a família dos zeraítas.
21 Os filhos de Perez foram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.
22 São estas as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, num total de setenta e seis mil e quinhentos.
23 Os filhos de Issacar, segundo as suas famílias, foram: de Tola, a família dos tolaítas; de Puva, a família dos puvitas;
24 de Jasube, a família dos jasubitas; de Sinrom, a família dos sinronitas.
25 São estas as famílias de Issacar, segundo os que foram deles contados, num total de sessenta e quatro mil e trezentos.
26 Os filhos de Zebulom, segundo a suas famílias, foram: de Serede, a família dos sereditas; de Elom, a família dos elonitas, de Jaleel, a família dos jaleelitas.
27 São estas as famílias dos zebulonitas, segundo os que foram deles contados, num total de sessenta mil e quinhentos.
28 Os filhos de José, segundo as suas famílias, foram Manassés e Efraim.
29 Os filhos de Manassés foram: de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas.
30 São estes os filhos de Gileade: de Jezer, a família dos jezeritas; de Heleque, a família dos helequitas;
31 de Asriel, a família dos asrielitas; de Siquém, a família dos siquemitas.
32 De Semida, a família dos semidaítas; de Héfer, a família dos heferitas.
33 Porém Zelofeade, filho de Héfer, não tinha filhos, senão filhas; os nomes das filhas de Zelofeade foram: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
34 São estas as famílias de Manassés; os que foram deles contados foram cinqüenta e dois mil e setecentos.
35 São estes os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas.
36 De Erã, filho de Sutela: de Erã, a família dos eranitas.
37 São estas as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, num total de trinta e dois mil e quinhentos. São estes os filhos de José, segundo as suas famílias.
38 Os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias: de Belá, a família dos belaítas; de Asbel, a família dos asbelitas; de Airão, a família dos airamitas;
39 de Sufã, a família dos sufamitas; de Hufã, a família dos hufamitas.
40 Os filhos de Belá foram: Arde e Naamã; de Arde, a família dos arditas; de Naamã, a família dos naamanitas.
41 São estes os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; os que foram deles contados foram quarenta e cinco mil e seiscentos.
42 São estes os filhos de Dã, segundo as suas famílias: de Suão, a família dos suamitas. São estas as famílias de Dã, segundo as suas famílias.
43 Todas as famílias dos suamitas, segundo os que foram deles contados, tinham sessenta e quatro mil e quatrocentos.
44 Os filhos de Aser, segundo as suas famílias: de Imna, a família dos imnaítas; de Isvi, a família dos isvitas; de Berias, a família dos beriaítas.
45 Os filhos de Berias foram: de Héber, a família dos heberitas; de Malquiel, a família dos malquielitas.
46 O nome da filha de Aser foi Sera.
47 São estas as famílias dos filhos de Aser, segundo os que foram deles contados, num total de cinqüenta e três mil e quatrocentos.
48 Os filhos de Naftali, segundo as suas famílias: de Jazeel, a família dos jazeelitas; de Guni, a família dos gunitas;
49 de Jezer, a família dos jezeritas; de Silém, a família dos silemitas.
50 São estas as famílias de Naftali, segundo as suas famílias; os que foram deles contados, foram quarenta e cinco mil e quatrocentos.
51 São estes os contados dos filhos de Israel: seiscentos e um mil setecentos e trinta.
52 Disse o ETERNO a Moisés:
53 A estes se repartirá a terra em herança, segundo o censo.
54 À tribo mais numerosa darás herança maior, à pequena, herança menor; a cada uma, em proporção ao seu número, se dará a herança.
55 Todavia, a terra se repartirá por sortes; segundo os nomes das tribos de seus pais, a herdarão.
56 Segundo a sorte, repartir-se-á a herança deles entre as tribos maiores e menores.
57 São estes os que foram contados dos levitas, segundo as suas famílias: de Gérson, a família dos gersonitas; de Coate, a família dos coatitas; de Merari, a família dos meraritas.
58 São estas as famílias de Levi: a família dos libnitas, a família dos hebronitas, a família dos malitas, a família dos musitas, a família dos coraítas. Coate gerou a Anrão.
59 A mulher de Anrão chamava-se Joquebede, filha de Levi, a qual lhe nasceu no Egito; teve ela, de Anrão, a Arão, e a Moisés, e a Miriã, irmã deles.
60 A Arão nasceram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
61 Nadabe e Abiú morreram quando levaram fogo estranho perante o ETERNO.
62 Os que foram deles contados foram vinte e três mil, todo homem da idade de um mês para cima; porque estes não foram contados entre os filhos de Israel, porquanto lhes não foi dada herança com os outros.
63 São estes os que foram contados por Moisés e o sacerdote Eleazar, que contaram os filhos de Israel nas campinas de Moabe, ao pé do Jordão, na altura de Jericó.
64 Entre estes, porém, nenhum houve dos que foram contados por Moisés e pelo sacerdote Arão, quando levantaram o censo dos filhos de Israel no deserto do Sinai.
65 Porque o ETERNO dissera deles que morreriam no deserto; e nenhum deles ficou, senão Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.
Nm 27
1 Então, vieram as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, entre as famílias de Manassés, filho de José. São estes os nomes de suas filhas: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
2 Apresentaram-se diante de Moisés, e diante de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes, e diante de todo o povo, à porta da tenda da congregação, dizendo:
3 Nosso pai morreu no deserto e não estava entre os que se ajuntaram contra o ETERNO no grupo de Corá; mas morreu no seu próprio pecado e não teve filhos.
4 Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai.
5 Moisés levou a causa delas perante o ETERNO.
6 Disse o ETERNO a Moisés:
7 As filhas de Zelofeade falam o que é justo; certamente, lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai e farás passar a elas a herança de seu pai.
8 Falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então, fareis passar a sua herança a sua filha.
9 E, se não tiver filha, então, a sua herança dareis aos irmãos dele.
10 Porém, se não tiver irmãos, dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.
11 Se também seu pai não tiver irmãos, dareis a sua herança ao parente mais chegado de sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será prescrição de direito, como o ETERNO ordenou a Moisés.
12 Depois, disse o ETERNO a Moisés: Sobe a este monte Abarim e vê a terra que dei aos filhos de Israel.
13 E, tendo-a visto, serás recolhido também ao teu povo, assim como o foi teu irmão Arão;
14 porquanto, no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos. São estas as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim.
15 Então, disse Moisés ao ETERNO:
16 O ETERNO, autor e conservador de toda vida, ponha um homem sobre esta congregação
17 que saia adiante deles, e que entre adiante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar, para que a congregação do ETERNO não seja como ovelhas que não têm pastor.
18 Disse o ETERNO a Moisés: Toma Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe-lhe as mãos;
19 apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação; e dá-lhe, à vista deles, as tuas ordens.
20 Põe sobre ele da tua autoridade, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.
21 Apresentar-se-á perante Eleazar, o sacerdote, o qual por ele consultará, segundo o juízo do Urim, perante o ETERNO; segundo a sua palavra, sairão e, segundo a sua palavra, entrarão, ele, e todos os filhos de Israel com ele, e toda a congregação.
22 Fez Moisés como lhe ordenara o ETERNO, porque tomou a Josué e apresentou-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação;
23 e lhe impôs as mãos e lhe deu as suas ordens, como o ETERNO falara por intermédio de Moisés.
Nm 28
1 Disse mais o ETERNO a Moisés:
2 Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Da minha oferta, do meu manjar para as minhas ofertas queimadas, do aroma agradável, tereis cuidado, para mas trazer a seu tempo determinado.
3 Dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao ETERNO, dia após dia: dois cordeiros de um ano, sem defeito, em contínuo holocausto;
4 um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro, ao crepúsculo da tarde;
5 e a décima parte de um efa de flor de farinha, em oferta de manjares, amassada com a quarta parte de um him de azeite batido.
6 É holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, de aroma agradável, oferta queimada ao ETERNO.
7 A sua libação será a quarta parte de um him para o cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte ao ETERNO.
8 E o outro cordeiro oferecerás no crepúsculo da tarde; como a oferta de manjares da manhã e como a sua libação, o trarás em oferta queimada de aroma agradável ao ETERNO.
9 No dia de sábado, oferecerás dois cordeiros de um ano, sem defeito, e duas décimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, e a sua libação;
10 é holocausto de cada sábado, além do holocausto contínuo e a sua libação.
11 Nos princípios dos vossos meses, oferecereis, em holocausto ao ETERNO, dois novilhos e um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito,
12 e três décimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um novilho; duas décimas de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um carneiro;
13 e uma décima de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um cordeiro; é holocausto de aroma agradável, oferta queimada ao ETERNO.
14 As suas libações serão a metade de um him de vinho para um novilho, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto da lua nova de cada mês, por todos os meses do ano.
15 Também se trará um bode como oferta pelo pecado, ao ETERNO, além do holocausto contínuo, com a sua libação.
16 No primeiro mês, aos catorze dias do mês, é a Páscoa do ETERNO.
17 Aos quinze dias do mesmo mês, haverá festa; sete dias se comerão pães asmos.
18 No primeiro dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis;
19 mas apresentareis oferta queimada em holocausto ao ETERNO, dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem defeito.
20 A sua oferta de manjares será flor de farinha, amassada com azeite; oferecereis três décimas para um novilho e duas décimas para um carneiro.
21 Para cada um dos sete cordeiros oferecereis uma décima;
22 e um bode, para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vós.
23 Estas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.
24 Assim, oferecereis cada dia, por sete dias, o manjar da oferta queimada em aroma agradável ao ETERNO; além do holocausto contínuo, se oferecerá isto com a sua libação.
25 No sétimo dia, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis.
26 Também tereis santa convocação no dia das primícias, quando trouxerdes oferta nova de manjares ao ETERNO, segundo a vossa Festa das Semanas; nenhuma obra servil fareis.
27 Então, oferecereis ao ETERNO por holocausto, em aroma agradável: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano;
28 a sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite: três décimas de um efa para um novilho, duas décimas para um carneiro,
29 uma décima para cada um dos sete cordeiros;
30 e um bode, para fazer expiação por vós.
31 Oferecê-los-eis, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de manjares, e das suas libações. Ser-vos-ão eles sem defeito.
Nm 29
1 No primeiro dia do sétimo mês, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; ser-vos-á dia do sonido de trombetas.
2 Então, por holocausto, de aroma agradável ao ETERNO, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano, sem defeito;
3 e, pela sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite, três décimas de um efa para o novilho, duas décimas para o carneiro
4 e uma décima para cada um dos sete cordeiros;
5 e um bode, para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vós,
6 além do holocausto do mês e a sua oferta de manjares, do holocausto contínuo e a sua oferta de manjares, com as suas libações, segundo o seu estatuto, em aroma agradável, oferta queimada ao ETERNO.
7 No dia dez deste sétimo mês, tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; nenhuma obra fareis.
8 Mas, por holocausto, em aroma agradável ao ETERNO, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem defeito.
9 Pela sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite, oferecereis três décimas de um efa para o novilho, duas décimas para o carneiro
10 e uma décima para cada um dos sete cordeiros;
11 um bode, para oferta pelo pecado, além da oferta pelo pecado, para fazer expiação, e do holocausto contínuo, e da sua oferta de manjares com as suas libações.
12 Aos quinze dias do sétimo mês, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao ETERNO.
13 Por holocausto em oferta queimada, de aroma agradável ao ETERNO, oferecereis treze novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano; serão eles sem defeito.
14 Pela oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite, três décimas de um efa para cada um dos treze novilhos, duas décimas para cada um dos dois carneiros
15 e uma décima para cada um dos catorze cordeiros;
16 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
17 No segundo dia, oferecereis doze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
18 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
19 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
20 No terceiro dia, oferecereis onze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
21 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
22 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
23 No quarto dia, dez novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
24 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
25 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
26 No quinto dia, nove novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
27 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
28 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
29 No sexto dia, oito novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
30 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
31 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
32 No sétimo dia, sete novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
33 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
34 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
35 No oitavo dia, tereis reunião solene; nenhuma obra servil fareis;
36 e, por holocausto, em oferta queimada de aroma agradável ao ETERNO, oferecereis um novilho, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito,
37 com a oferta de manjares e as libações para o novilho, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
38 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
39 Estas coisas oferecereis ao ETERNO nas vossas festas fixas, além dos vossos votos e das vossas ofertas voluntárias, para os vossos holocaustos, as vossas ofertas de manjares, as vossas libações e as vossas ofertas pacíficas.
40 E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme tudo o que o ETERNO lhe ordenara.
41 - Piyn’chas
6ch 5767
Esta é uma semana de grande importância na experiência espiritual do cabalista. Saindo da semana de Balac, que tem por propriedade testar os nossos limites e revelar a sombra que reside no coração de cada um de nós, esta semana somos agraciados por Piyn’chas e seu enorme poder de cura e restauração, unida à propriedade depurativa do dia 17 de Tamuz e suas conexões que representam o tom desta semana até o seu ponto mais elevado que vem a ser o Shabat de Piyn’chas cuja oportunidade única no ano nos permite beber da fonte da imortalidade residente no Olam haBah. O que representa esse Olam haBah, ele não é outra coisa senão a unificação completa das sefirot da Árvore da Vida e seu ajuste. “Piyn’chas ficou diante do julgamento... para proteger o mundo e fechar a ruptura espiritual, causada pela profanação da Torah (Sabedoria Espiritual)” (Zohar Piyn’chas) Como muitos sabem as orações são como canções que elevamos aos mundos superiores. Pelo desleixo, os hebreus perderam seu foco (kavanah) em suas orações e isso provocou um estado de mortificação – característico dos movimentos desvitalizados do processo robótico, pois mesmo que o
homem faça o bem, por intermédio dos apontamentos da Torah, se nesses atos não houver a centelha da vitalidade (a sarça ardente), não permitimos uma aproximação da Sh’khiynah – o que impede a sua correção e retificação. Aqui reside um mistério importante a ser revelado, e de fundamental importância para o entendimento cabalístico e profundo da atitude de Piyn’chas, que provocou que o mesmo viesse a tornar-se um sacerdote, mesmo sendo de origem materna midianita e bisneto de Yit’rô. O que de tão importante fez Piyn’chas. Para entender isso é necessário, segundo os princípios da Cabalá Contemplativa, compreender o código que reside por trás dos nomes das personagens envolvidas logo no início da Parashah. Um, se chamava Zimri ixnf, nome cuja raiz remete a palavra
“zimra” (canção), em especial os cantos que elevamos em nossas meditações e orações, e a outra se chamava Kozbi iafk , nome cuja raiz se transforma na palavra “cazav” (mentira). O que Piyn’chas matou foi a mentira do canto, ou seja, a atitude falta de pureza na união entre o canto e a Luz Infinita, por ter sido contaminado com a “prostituta” Kozbi – uma vez que a mentira, a falta de kavanah – é muitas vezes provocada pela sedução (distração) que nos impele a olhar frequentemente para o externo e superficial – em geral no outro – se esquecendo da introspecção necessária para que o cabalista atinja os graus mais elevados da evolução espiritual. Piyn’chas, que deve ser entendido como sendo uma força interna potencial,
da mesma forma como Zimri e Kozbi, torna-se salvador da Tradição Profética.
Não por acaso os textos Sagrados mencionarão que Piyn’chas experimenta a morte e ressuscita, uma vez que a experiência extática do rito – uma vez livre de toda mentira e hipocrisia, nos remete ao renascimento. Os textos dirão também que Piyn’chas retorna mais a frente como a reencarnação do profeta Eliahu, que vem a ser a própria manifestação da consciência de Mashiach neste mundo. Livrando-se das impurezas da sedução e da mentira, Piyn’chas cumpre os três estágios essenciais aos graus proféticos: a Quedushat (santidade, completude), a Perishá (separação) e o Hitbodedut (isolamento introspectivo). Qualidades
essenciais para se buscar a criação de um receptor maior para Sh’khiynah neste mundo. A porção mencionada nesta semana nos aproxima das fendas espirituais importantes ao longo do ano – os dias Sagrados (Cadosh) que também poderia ser traduzido por “completo”. Mas porque completo? Porque são dias que permitem, por seu facilitador cósmico, uma experiência mais “completa” com a Luz Infinita. Em especial a porção desta semana nos leva a compreender os “sacrifícios de mussaf”. O termo “mussaf” (sqen) significa “adicional”, e aqui reside um importante elemento código por trás deste termo. A palavra “mussaf” possui a mesma raiz de mussar (xqen), que são atributos morais adicionais que um cabalista deve possuir em sua trajetória, a manutenção desta moral que garantirá a sua sobrevivência ao Nachash, e o manterá afastado da mentira
(cazav) e cada vez mais próximo da Sh’khiynah. Esses “sacrifícios de mussaf” eram lembrados em especial no Shabat, Yom Tov e Rosh Chodesh. O fato de – neste ano em especial – estarmos estudando a porção reverente ao sexto chamado de Piyn’chas, que começa com a festividade de Pessach e culmina com o Sagrado Yom Kiypur, passando por todas as outras conexões intermediárias nos lembra o quanto devemos nos aprofundar nas coisas sagradas para atingirmos a porção mais elevada de Chessed – que é o perdão (simbolizado pelo Yom Kiypur). Em Shavuot além da oferenda costumeira de mussaf, levavam-se ao tabernáculo dois pães fermentados, assados do trigo da nova colheita. A oferenda adicional de Shavuot consistia de trigo. Por outro lado, a oferenda o’mer, oferecido em Pessach, consistia de cevada. Cevada é comumente utilizada como alimento para animais, enquanto o trigo é o alimento do homem por excelência. Por conseguinte, o trigo, na linguagem de nossos sábios,
representa o conhecimento e a sabedoria. Ao longo da contagem do o’mer nos mantemos ainda ligados à fonte de nossa natureza animal (cevada) e somente em Shavuot – com o recebimento da Torah, é que nos ligamos ao trigo – a alma elevada. O texto, em seguida nos fala da importância de Rosh Hashanach.
“Na sétima lunação, o um da lunação será para vós vocação Sagrada. Não fareis nenhuma obra do serviço. Será para vós um dia de teruá.”
(Piyn’chas 29:1)
Segundo a Cabalá, teruá se refere ao toque do Shofar. Nossa Tradição ensina que em Rosh Hashanach, o mundo inteiro passa por uma grande força de julgamento, e por intermédio do sopro do Shofar torna-se possível afastar o anjo da morte. Isso ocorre pois neste dia, Rosh Hashanach, foi o dia em que Adam foi julgado no Gan Eden. Por isso, criou-se uma “fenda” que permite que em todo Rosh Hashanach os descendentes de Adam fossem julgados. E o som do Shofar, em especial o toque de teruá (repicado), é o que tem o poder de remover e desfazer os nós de alma acumulados pela humanidade ao longo de um ano. Outro momento mencionado foi o Yom Kiypur.
Segundo os cabalistas, desde a Criação, este dia era destinado a ser um dia de T’shuvah (restauração) e cura. Foi nesta data, dez de Tish’rê, que Mosheh desceu o Sinai com as segundas “tábuas” entregues pela Luz Infinita a humanidade como sinal da possibilidade da correção do pecado do Bezerro de Ouro. Porque todas estas festividades estão mencionadas nesta porção da Torah? Justamente pelo fato de, ao lermos sobre essas conexões fortalecemos nossa ligação com a Sh’khiynah e “puxamos” a energia dessas datas sagradas para que estejam concentradas em uma única semana – a semana de Piyn’chas, que nos dará uma força adicional para as
próximas três semanas de julgamento que se iniciam. As próximas 3 semanas, entre 17 de Tamuz e Tishah B´Av são dias de restrição. Durante este período devemos evitar situações perigosas ou tarefas arriscadas. O período entre estas duas conexões é conhecido pelo nome código de “Bein haMetzarim” (Entre Apertos). Mas, em especial para a Cabalá Contemplativa, o dia 17 de Tamuz – apesar de ter sido marcado pela quebra das primeiras Tábuas das Leis e a destruição do Bezerro de Ouro – é potencialmente um dia redenção e um momento muito especial para atrairmos a consciência de Mashiach para nossas vidas. O profeta Zachariá nos fala sobre 17 de Tamuz: “alegria para casa de Yehudah, e banquetes festivos e alegres”. Esta é uma profecia para os tempos da Era do Mashiach. A porção de Piyn’chas é a que tem maior poder de cura em todo o ano. Mas para entender o conceito de cura, dentro da perspectiva cabalística, precisamos entender primeiro o conceito de doença. A doença na Cabalá é associada a todo processo de falência. Po de ser falência intelectual, afetiva, financeira e evidentemente a falência
orgânica, que acaba por nos tirar nosso bem mais precioso: a saúde. É importante entender bem isto, porque a falta de saúde acaba se tornando a ponta final de um processo, que começa, normalmente, em nossa estrutura emocional. Por isto esta semana é tão importante. Neste período realizamos conexões que nos trazem carga extra para a cura de todo e qualquer processo de falência em nossa vida. E não é por acaso que ela acontece na lua cheia de Câncer, período relacionado às nossas emoções. Uma importante meditação deve ser feita ao longo do período entre 17 de Tamuz e 09 de Av. Segundo Rav Av’raham Abuláfia este é um momento para reconstruirmos os códigos que formam o nosso corpo, ruach e alma – por intermédio das 22 letras do alfabeto. Cada uma dessas letras era como uma “chave” para se penetrar nos mistérios das sefirot, cada letra deveria ser contemplada ao longo dos 22 dias que unem as duas datas a iniciar pelo “Alef” e assim, meditar profundamente nas virtudes inerentes a cada letra, de acordo com o Sefer Yetziyrah. Uma forma de extrair a força destas letras (chaves) seria combinando-as com cada uma delas, de acordo com seu dia específico. Por exemplo, no primeiro dia, a letra “Alef” deveria ser combinada com cada uma das 22 letras (incluindo o próprio Alef), em seguida dever-se-ia pronunciar cada letra – tendo como base sua vogal natural. Isso seria capaz de aproximar o cabalista do Ruach haCodeh conforme encontramos também em Zechariá:
“Não por força nem por poder, mas pelo meu Ruach, diz Yihav’há Tzevaot.” (Zechariá 4: 6)
Há um outro sod (segredo) muito importante e transmitido por intermédio da Tradição Oral entre os cabalistas ao longo dos séculos. Durante as três semanas entre 17 de Tamuz e 09 de Av, devemos fazer uma meditação especial em nossas Amidot. Cada benção da Amidá evoca uma força em especial, no caso das três primeiras bênçãos, evocam respectivamente as forças de Chessed = Av’raham, G’vurah = Yitz’chac e Tif’eret = Yaa’cov.
Como esse período é de grande julgamento os antigos profetas revelaram um código de letras para serem contemplados ao final da leitura das três primeiras bênçãos dos Amidot. Estas letras foram reveladas aos profetas por intermédio dos anjos para “adoçar” o julgamento presente no mundo
durante este período. A combinação é formada pelas seguintes letras vtvn ef ek cdch
O primeiro conjunto de letras deve-se contemplar voltando o olhar para a direita, a segunda combinação deve ser feita olhando para a esquerda e a terceira deve-se olhar para frente.
Shabat : Cura
Energia : G’vurah de Y’sod – Disciplina no Fundamento
Meditação
Já vimos a importância de basear os nossos fundamentos no caminho espiritual. Porém, o processo de mudança de valores que ocorre quando fazemos essa aliança não está livre de um grande inimigo – a dúvida. Ela aparece principalmente nos momentos de dificuldade. É nestes momentos que precisamos estar com os nossos fundamentos bem sólidos para não sucumbirmos. G’vurah de Y’sod reflete a nossa capacidade de dizer ‘não’ para muitas coisas e aplicar a Disciplina necessária em nosso comprometimento, como na alimentação casher (‘adequada’), só para citar um exemplo. Para não cairmos na armadilha da dúvida precisamos de Entendimento, ou seja, saber todos os ‘porquês’ e ‘como’ sobre o assunto, e a importância do caminho espiritual em nossas vidas. A nossa outra arma é a Emunah, traduzida como certeza, pois tudo é Benção, até as aparentes maldições, pois HaShem não nos coloca em caminhos falidos. Nas palavras de um sábio, "não há nada de vergonhoso em ser tentado, o problema é (e será sempre) cair na tentação". Não são raras as vezes em que somos pressionados pelas circunstâncias a fazer uma escolha errada, ou que, em teoria, nos conduziriam mais rapidamente ao nosso objetivo, mas que na verdade nos desvirtuam e afastam do que deve ser feito.
Exercício
A meditação desta semana deve avaliar a convicção com que rejeitamos os ataques das forças assediadoras, do nosso ego. Possui Entendimento e Emuná no caminho espiritual? Procure retirar todas as dúvidas que possam existir no caminho espiritual.
Salmo: 50
Trecho da Torah: Números (B'mid'bar) 25:10 – 30:1
Salmo de Assáf. O Todo-Poderoso, nosso Deus, Se pronunciou, convocando toda a terra, do levante ao poente. De Tsión, magnífica em sua beleza, Ele apareceu. Que venha o nosso Deus e não Se cale; um fogo devorador O precede e em Seu redor esbraveja a tempestade. Os céus e a terra Ele convoca, para fazer justiça a Seu povo. "Que venham os que a Mim são devotados, os que Comigo selaram uma Aliança com sacrifícios". Então os céus proclamam a Sua retidão, pois o Eterno é o Juiz. "Escuta bem, Meu povo, e falarei, ó Israel, e apresentarei Minha acusação. Eu Sou o Eterno, teu Deus! Não te censuro por falta de teus sacrifícios, pois tuas oferendas trazes a cada dia. Não requisito novilhos de teus cercados, nem cabritos de teus rebanhos. Pois a Mim pertencem todos os animais das florestas e todos os rebanhos dos montes. Conheço cada ave das montanhas e cada criatura que rasteja pelos campos. Meus eles são. Se tivesse fome, Eu não precisaria te dizer, pois a Mim pertence o universo e tudo que há nele. Porventura Me alimeto da carne dos novilhos ou do sangue dos cabritos? Oferece antes um sacrifício de agradecimento e cumpre teus votos para com o Altíssimo. Clama por Mim na hora da aflição que Eu te ampararei e tu Me glorificarás". Quanto aos ímpios, diz o Eterno: "Por que recitas Minhas leis e tens em teus lábios as palavras de Minha Aliança? Tu, que abominas qualquer disciplina e renegas Minhas palavras! Ao encontrar um ladrão, a ele te associas, e por companhia buscas os adúlteros. Tua boca dedicaste ao mal e tua língua à falsidade. Te ocupas em falar contra o teu irmão e a difamar o filho de tua mãe. Assim agiste; poderei Eu permanecer calado? Imaginas que Te serei igual? Não! Censurar-te-ei e abertamente te julgarei. Entendei bem, vós, que do Eterno vos esquecestes, para que Eu não vos destrua sem que possa vos salvar. Aquele que traz oferendas de agradecimento, honra a Mim, e aquele que procura sempre melhorar seu caminho, a este mostrarei a redenção Divina".
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