Sidarta Gautama

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Sidarta Gautama foi príncipe no reino de Sakya – atualmente na fronteira do Nepal com a Índia. Gautama era seu nome de família, que significa “a melhor vaca”, e Sidarta é uma junção do sânscrito Siddhi (realização, completude, sucesso, liquidação de um débito) e Artha (alvo, propósito, meta). O nome pode ser traduzido como “Aquele alcançou os objetivos”.

Casou-se ainda jovem com Yassodara, teve um filho que foi chamado Rahula (obstáculo, em sânscrito) e, aos 29 anos, decidiu deixar a vida palaciana para viver como um asceta na floresta. Praticou meditação e severas austeridades por 6 anos até que, aos 35 anos, teve uma experiência religiosa à qual deu o nome de iluminação. A partir daí passou a ser conhecido como o Buda (que, em sânscrito, significa Aquele que sabe, ou Aquele que despertou).

Buda viveu até os 80 anos de idade, transmitindo seus ensinamentos e conquistando uma grande legião de discípulos, monges ou pessoas sem ordenação monástica. Gautama foi contemporâneo de Mahavira com o qual, segundo fontes religiosas e históricas, travou alguns diálogos como opositores.

Estudos arqueológicos e antropológicos atuais aceitam que, na verdade, Sidarta Gautama foi não um príncipe, mas o filho do dirigente de uma das várias repúblicas aristocráticas que existiam na Índia naquela época (como muito mais tarde foi Veneza).

Na maioria das tradições budistas, é considerado como o “Supremo Buda” (Sammāsambuddha) de nossa era, Buda significando “o desperto”.